O embargo que impedia a divulgação de críticas preliminares sobre a cinebiografia “Michael” foi rompido após um grande evento em Berlim, Alemanha, gerando um clima de celebração entre os presentes. O filme tem sido elogiado, sobretudo pela performance de Jaafar Jackson, que encarna Michael Jackson com energia e precisão.
O crítico Hunter Bolding descreveu as duas principais atuações como “arrasadoras”: Jaafar Jackson está elétrico em seu papel, enquanto Colman Domingo entrega uma interpretação monstruosa como o pai, Joe Jackson. O desfecho foi apontado como ligeiramente fraco, mas a trajetória até ele foi considerada fascinante e digna do maior entertainer da atualidade.
Liam destacou que “Michael” traz de volta clássicos como “Thriller” e “Beat It” com perfeição, provocando reações espontâneas de alegria e emoção. Ele também sugeriu que Colman Domingo pode ser um forte candidato ao Oscar de melhor ator coadjuvante, apesar de alguns problemas de ritmo no filme.
Outros comentaristas, como Junior Felix e Erik Davis, reforçaram o brilho das sequências musicais e a capacidade de Jaafar Jackson de capturar a essência, a ambição e a fisicalidade de Michael. O diretor Antoine Fuqua foi elogiado por equilibrar momentos icônicos da carreira do Rei do Pop com a tensão familiar entre um pai autoritário e um filho talentoso, mostrando o custo emocional do sucesso.
Simon Thompson ressaltou a atenção meticulosa aos detalhes, especialmente nas recriações de cenas como “Thriller”, e elogiou o roteiro de John Logan por combinar drama e leveza. A produção, assinada pela Lionsgate, tem como meta alcançar US$ 700 milhões em bilheteria global e já reserva material para uma possível sequência, embora sua realização dependa do desempenho do primeiro filme. A estreia no Brasil está marcada para 23 de abril, com pré-venda de ingressos já aberta.


