A série sul‑coreana Cães de Caça volta à Netflix nesta quinta‑feira (3) com sua segunda temporada, marcando uma nova fase na história e introduzindo um antagonista ligado a um esquema de lutas ilegais. Três anos depois da estreia, acompanhamos Kim Gun‑woo e Hong Woo‑jin em um momento diferente: eles já deixaram o cenário que dominou o primeiro ano.
Na primeira temporada, o foco eram empréstimos abusivos e a pressão sobre pequenos negócios durante a pandemia. Agora, a trama avança para um período posterior, onde lutadores são obrigados a participar de combates clandestinos transmitidos online. Essa mudança altera a dinâmica dos conflitos, pois o crime deixa de operar por dívidas e passa a explorar a exposição física dos atletas em disputas manipuladas por uma organização secreta.
Gun‑woo (Woo Do‑hwan) aparece como um boxeador em ascensão, enquanto Woo‑jin (Lee Sang‑yi) troca o ringue pela função de treinador, mantendo a parceria construída desde o início. A vida pessoal de Gun‑woo parece mais estável, com a mãe fora da ameaça dos agiotas da primeira temporada, mas esse equilíbrio é logo abalado pela chegada de um novo adversário.
O principal destaque da segunda temporada é Im Baek‑jeong (Jung Ji‑hoon), chefe da Iron Knuckle Fighting Championship, responsável por organizar lutas clandestinas onde os competidores são forçados a usar reforços de ferro nas bandagens, tornando o boxe ainda mais letal. Essa brutalidade se reflete nas cenas de combate, que ganham peso físico e violência intensificada.
Baseada no mangá de Jeong Chan, a série continua a expandir a adaptação com material original, sem abandonar os personagens que sustentaram a primeira temporada. Cães de Caça já está disponível na Netflix.


