A Sony investiu US$ 20 milhões no diretor Zach Cregger para criar um ousado reboot da franquia Resident Evil, concedendo-lhe total liberdade criativa. Na CinemaCon 2026, onde a equipe do CinePOP estava presente, foi apresentado o logotipo oficial da nova produção.
Uma sessão de teste recente, divulgada pelo World of Reel, trouxe feedback positivo, mas apontou que o filme se distancia dos jogos, apresentando apenas alguns easter eggs e criaturas reconhecíveis. Os primeiros comentários destacam uma narrativa enxuta, de 90 minutos, repleta de adrenalina e tensão constante, comparada a um terror estilo “Mad Max: Estrada da Fúria”. O diretor optou por um elenco reduzido e pouca construção de mundo, privilegiando enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos.
A estreia nacional está prevista para 17 de setembro, coincidindo com o lançamento de “Da Magia à Sedução 2”. O protagonista, Bryan, será interpretado por Austin Abrams, que encarna um entregador encarregado de levar uma misteriosa maleta ao Hospital de Raccoon City durante um surto viral mortal. Abrams traz um personagem excêntrico e marginal, mais como um avatar do jogador que transita entre cenários de pesadelo.
Cregger também coescreveu o roteiro ao lado de Shay Hatten, da “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”. Rumores sugerem que a trama será inédita, situando-se entre os eventos de Resident Evil 2 e 3, sem a presença dos personagens clássicos, mas focada nas mutações e no terror original. A produção conta com a Constantin Film, detentora dos direitos desde os anos 1990, e a PlayStation Productions. Vale lembrar que a última adaptação, “Resident Evil: Bem‑vindo a Raccoon City”, foi duramente criticada (30 % no Rotten Tomatoes) e teve desempenho fraco nas bilheterias.


